sexta-feira, 29 de maio de 2009


Eu paro pra ler as coisas que você escreve e fico me perguntando de onde vc tira as palavras certas no momento exato que preciso ler. Se já não bastasse a tua imagem que me pertuba os olhos, as coisas que me diz pertubam o pensamento. Te leio e fico horas, dias, repetindo, ecoando tuas palavras em mim. Eu sei é verdade, sei que não escreves pra mim, que escreves para alguém muito parecido comigo, ou será que para um ser imaginario que você mesmo desconhece.

Eu cotemplo um silêncio gélido um turbilhão de pensamentos, um turbilhão de sentimentos que me atravessam e não sei explicar. Tanta coisa me corta: raiva, amor, intolerância e medo. E de repente você me descreve, me desvenda, expõe os meus segredos que nem eu mesma desvendei. Eu fico sem jeito, sem fala e constantemente sem reações-

Um comentário:

  1. Tem vários escritores que fazem exatamente isso comigo.

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Molha o pézinho aqui ô!

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